Um arbitro português ser nomeado para dirigir a final da maior competição de clube do Mundo, devia ser motivo de orgulho para todos os amantes da modalidade em Portugal. Infelizmente é impossível estar orgulhoso e elogiar este feito, depois de todos os episódios que ocorreram ao longo desta e de outras temporadas.
E não venham agora dizer que os adeptos estragam o futebol com os seus clubismos, porque não foi nenhum adepto que juntou aos abraços este arbitro com os jogadores e treinador de uma equipa em pleno relvado.
Este senhor é provavelmente o único português que não merecia de estar numa final da Champions.