Moreira foi o grande responsável por o SL Benfica ter conquistado a Taça patrocinada pelo site de betting online. Aqui fica alguns factos sobre o guarda-redes que há muito não aparecia nas capas dos jornais.
José Moreira, benfiquista nortenho, de Massarelos no Porto, viu há cerca de 10 anos a sua vida dar uma volta de 180 graus. Jogava no Salgueiros com apenas 15 anos quando o "olheiro" Jaime Monteiro levou Moreira para a Luz. Assinou contrato com essa idade, mas só dois anos depois rumou até à Luz.
Mostrou talento nos juniores e aos poucos foi sendo chamado à equipa principal, onde se cruzou com Michel Preud'Homme que na altura estava em final de carreira. Depois encontrou Robert Enke, que quando se mudou para o Barcelona, Moreira teve a oportunidade da sua vida. Lançado por Toni, cedo mereceu o respeito e o carinho dos adeptos que o consideravam o Iker Casillas português, pois era jovem e excelente guarda-redes.
Mas a sorte não lhe sorriu, depois de ter feito parte da lista de convocados para o Euro 2004, Moreira perdeu a titularidade da baliza benfiquista devido às inúmeras lesões que o têm perseguido. O jovem guarda-redes olha o futuro com um sorriso nos lábios e espera terminar a carreira no Benfica. Os adeptos que não se poupam elogios, assim o desejam.
A 12 de agosto de 2009, cinco anos depois da chamada à selecção para o Euro 2004, fez a sua estreia pela camisola das quinas, jogando 30 minutos num amigável contra o Liechtenstein.
Aqui fica um texto do jornalista Luís Sobral do Maisfutebol:
Moreira foi o melhor do Benfica em Coimbra, na final da Taça da Liga, frente ao Paços de Ferreira.
Esta constatação é antes de mais um elogio para o guarda-redes. Moreira defendeu uma grande penalidade e fez mais três ou quatro defesas de boa qualidade. Como a equipa venceu por 2-1, percebe-se a importância que teve.
O facto de ter ajudado a resolver não significa muito mais do que isso: uma noite muito boa e um título. É incorrecto pegar neste facto e utilizá-lo para criticar os outros guarda-redes do Benfica, Roberto e Júlio César.
Aos 29 anos, Moreira ganhou muito menos do que o seu começo precoce prometia. Mas talvez ainda esteja a tempo.
Eleger o guarda-redes do Benfica como o melhor também é um elogio para o Paços de Ferreira. É verdade que só marcou devido a um momento tosco de Luisão. Mas o conjunto de Rui Vitória, sobretudo na segunda parte, jogou muito bem, com inteligência e muito boa qualidade no meio-campo. O Paços foi um bom finalista. Perdeu, mas o clube cresceu um pouco mais. E os jogadores de amarelo também.
PS: O primeiro título do Benfica merece óbvio elogio, mas sabe a pouco. Porque se trata da terceira competição portuguesa, porque a equipa de Jorge Jesus voltou a jogar pouco (sinais preocupantes de cansaço e incapacidade de gerir o jogo) e sobretudo porque na cabeça dos adeptos esta final já estava vencida. Frente ao Paços, ganhar era o mínimo. E o mínimo é pouco num clube como o Benfica.
Esta constatação é antes de mais um elogio para o guarda-redes. Moreira defendeu uma grande penalidade e fez mais três ou quatro defesas de boa qualidade. Como a equipa venceu por 2-1, percebe-se a importância que teve.
O facto de ter ajudado a resolver não significa muito mais do que isso: uma noite muito boa e um título. É incorrecto pegar neste facto e utilizá-lo para criticar os outros guarda-redes do Benfica, Roberto e Júlio César.
Aos 29 anos, Moreira ganhou muito menos do que o seu começo precoce prometia. Mas talvez ainda esteja a tempo.
Eleger o guarda-redes do Benfica como o melhor também é um elogio para o Paços de Ferreira. É verdade que só marcou devido a um momento tosco de Luisão. Mas o conjunto de Rui Vitória, sobretudo na segunda parte, jogou muito bem, com inteligência e muito boa qualidade no meio-campo. O Paços foi um bom finalista. Perdeu, mas o clube cresceu um pouco mais. E os jogadores de amarelo também.
PS: O primeiro título do Benfica merece óbvio elogio, mas sabe a pouco. Porque se trata da terceira competição portuguesa, porque a equipa de Jorge Jesus voltou a jogar pouco (sinais preocupantes de cansaço e incapacidade de gerir o jogo) e sobretudo porque na cabeça dos adeptos esta final já estava vencida. Frente ao Paços, ganhar era o mínimo. E o mínimo é pouco num clube como o Benfica.
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