VOTAÇÃO ABERTA: OS MELHORES DA LIGA ZON SAGRES

17 de Novembro de 2010

Nani afinal é espanhol

Portugal 5 - 0 Espanha: Histórico

Os melhores da Liga... até agora

Publicado em: Maisfutebol


11 golos em dez jogos, quatro assistências para os companheiros e acção demolidora perante as defesas fazem de Hulk o indiscutível protagonista da Liga.
Passado o primeiro terço da prova, qualquer tentativa para definir o onze ideal tem de partir da fórmula «Hulk e mais dez». É esse desafio que assumimos perante o leitor: com a vaga de extremo-direito já ocupada (em baixo tem duas alternativas para essa posição), eis as nossas sugestões para os dez lugares restantes, de acordo com o que se viu, até ao momento, nos relvados nacionais.
Alternativas: Sougou (Académica), Paulo Sérgio (Olhanense)

Guarda-redes: Marcelo Boeck (Marítimo)
Emerge como salvador no desastroso início de época do Marítimo: nunca sofreu mais de um golo por jogo, e lidera a segunda melhor defesa da prova. Se os colegas da frente fizessem a sua parte, a equipa estaria na luta pela Liga dos Campeões.
Alternativas: Diego (V. Setúbal), Helton (F.C. Porto)


Lateral-direito: João Pereira (Sporting)
A energia está mais temperada pela maturidade, o que lhe valeu a chegada à Selecção. A versatilidade permite-lhe jogar mais à frente e reforçar os desequilíbrios ofensivos. É um caso sério de regularidade num Sporting à procura de referências.
Alternativas: Sapunaru (F.C. Porto), Alex (V. Guimarães)


Defesa central: Danielson (Nacional)
Firme no pelotão europeu, o Nacional é a equipa que mais depende dos seus defesas para chegar ao golo. Danielson já contribuiu com dois e tem ajudado a estancar a crónica hemorragia de golos sofridos na Choupana nas últimas épocas.
Alternativas: Maurício (Olhanense), Berger (Académica)


Lateral-esquerdo: Bruno Teles (V. Guimarães)
A equipa sensação da Liga está de pedra e cal na luta pela Champions. A influência dos laterais na estratégia de Machado é determinante. À esquerda, Bruno Teles junta à consistência um bom contributo ofensivo, como se viu em Alvalade.
Alternativas: Alvaro Pereira (F.C. Porto), Evaldo (Sporting)


Médio-centro: João Moutinho (F.C. Porto)
Com sede de afirmação, após o divórcio litigioso com o Sporting, chegou ao Dragão e foi como se toda a vida lá tivesse jogado. A herança de Raul Meireles não pesou: em menos de um mês tornou-se o ponto de equilíbrio na estrutura de Villas-Boas.
Alternativas: Fernando (F.C. Porto), Carlos Martins (Benfica)


Médio-centro: Belluschi (F.C. Porto)
Confirmou os sinais de crescimento do final da última época. A confiança permite-lhe ser o contraponto a Moutinho: um equilibra a equipa, o outro rasga o adversário. Tem o reportório completo de um criativo: passe, drible, remate e mobilidade.
Alternativas: Aimar (Benfica), Luís Alberto (Nacional)


Extremo-esquerdo: Fábio Coentrão (Benfica)
A par de Carlos Martins é o único jogador do Benfica que não baixou de rendimento em relação à última temporada. Pelo contrário: mesmo na fase negra do campeão destacou-se pela energia e a capacidade de rasgar o flanco esquerdo, a lateral ou a extremo.
Alternativas: Varela (F.C. Porto), João Ribeiro (V. Guimarães)


Avançado: Falcao (F.C. Porto)
Na época passada foi um protagonista solitário no ataque portista. Este ano, com uma organização colectiva muito superior, e com Hulk em estado de graça, já não precisa de ser super-herói. Basta-lhe ser igual a si próprio: muito, muito bom.
Alternativas: Carlão (U. Leiria), Lima (Sp. Braga)


Avançado: João Tomás (Rio Ave)
Aos 35 anos, é o melhor marcador português da Liga e responsável directo por dois terços dos golos da sua equipa. Números que impressionam e justificam o tributo a um dos raros especialistas de área surgidos em Portugal nas últimas décadas.
Alternativas: Miguel Fidalgo (Académica), Hélder Postiga (Sporting)


Cartoon: Melhor selecção de Portugal